quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Como abrir uma empresa

Abrir uma empresa na contemporaneidade requer muito estudo e dedicação, antes de qualquer coisa é importante perceber que não é uma tarefa fácil que será realizada da noite para o dia. No atual mundo do mercado onde a concorrência é cada vez maior o micro empreendedor ou o empresário deverá estar atento às novas demandas da sociedade.
 Os primeiros passos para a abertura de uma empresa é o conhecimento, passando pelo planejamento, legalização e se possível de uma equipe ou pessoas especializadas para resolver determinadas situações.
Toda empresa necessita de um documento, no qual podemos chamar de um contrato social, contendo o objetivo da empresa, o ramo que se destina trabalhar, os aspectos societários e também a questão da formação do capital social, ou seja, o dinheiro investido pelo proprietário da empresa ou pelos sócios.
 Posteriormente a empresa precisará ser registrada no cartório de pessoas jurídicas. Após o registro da empresa a mesma obterá o Número de Identificação do Registro de Empresa (NIRE) que futuramente dará entrada no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídica (CNPJ) em seguida é conseguido o alvará na prefeitura para possibilitar o funcionamento de comercialização da empresa. O último processo desta nova empresa é a sua inscrição no Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) na Secretaria Estadual da Fazenda.
 Abrir uma empresa necessita de conhecimento, investimentos e de alguns atributos burocráticos sejam eles municipal, estadual, federal e até internacional dependendo do propósito que se destina a empresa. Cabe a empresa estar regulamentada em todos os aspectos políticos, econômicos sociais e administrativos para o seu funcionamento.

1. Decisões Internas que influenciam na tomada de decisão na seleção do software ERP

1.1. Objetivo a ser alcançado com o ERP;

Definir os objetivos a serem conquistados com o software ERP de uma forma clara e simples. Detalhar os benefícios em termos de gestão e retorno financeiro na mensuração destes objetivos.
Abaixo alguns exemplos de objetivos; 
  • Suportar o crescimento da empresa;
  • Maior controle no Fluxo de Caixa;
  • Internalizar a Contabilidade;
  • Redução de estoques;
  • Apuração Fiscal;
  • Aprimorar os processos da empresa;

 1.2. Definição de Budget/ Orçamento que se pretende investir.

Importante que a empresa com base no seu faturamento calcule um percentual (%) a ser investido em TI (Tecnologia da Informação), este valor deverá contemplar o investimento com a aquisição e implantação do software ERP. Geralmente as empresas calculam entre 3% a 5% do faturamento para estes investimentos.
Ressaltando que o budget deverá atender também os investimentos que podem ser necessários para suportar a infraestrutura necessária para a utilização do ERP, é recomendável também separar verba para a aquisição de licenças de outros aplicativos, como por exemplo, sistema operacional , banco de dados entre outros, que pode vir a ser necessário na implantação do software ERP.
No momento da definição dos objetivos, pode-se mensurar o retorno financeiro, o que de uma forma negociável com a diretoria da empresa, pode servir para compor o budget disponível.  

1.3. Definição e Priorização de Departamento/Área ou Processos a serem implantados.

Definir quais serão as áreas que devem ser implantadas, nos remetem algumas perguntas chaves, como por exemplo;
Quais são as áreas que com o menor esforço já teremos grandes resultados? E assim ganhar credibilidade no projeto junto à empresa para as próximas fases que virão.
Quais áreas que de forma clara , já conseguiremos mensurar os resultados em termos financeiros? Pois assim, teremos resultados tangíveis que comprovam o acerto estratégico de se optar por um software ERP.
É importante ter em mente que algumas áreas estão interligadas, tais como Compras e Contas a Pagar, assim, não podemos implantar o Contas a Pagar sem o Compras, refletindo sobre  a possibilidade de retrabalho futuro e processos manuais neste momento, como a inclusão dos títulos a receber manualmente ao invés de gerados pelas Notas Fiscais de Entrada;  

1.4. Mapeamento de Processos e Regras de Negócio:

A empresa deve ter a clareza da maturidade que se encontra em relação a seus processos e regras de negócio, pois o software ERP automatiza processos, desde que estes estejam adequados e desenhados de forma funcional.
Caso contrário, é recomendável uma consultoria de processos antes e durante o projeto de implantação do ERP.
Importante salientar que na implantação do sistema ERP, os processos serão levantados, e que tem sido uma boa prática das empresas assumirem o desenho do processo na forma como está concebido no ERP e adequá-lo ao seu dia-a-dia,  assim utiliza-se de uma boa prática de gestão empresarial com sistema ERP e a implantação flui melhor.  

1.5. Definição da Equipe interna que participará da implantação do ERP.

É essencial que os donos ou diretores da empresa, enfim, profissionais da alta administração, diretamente envolvidos com as decisões estratégicas, estejam participando ativamente deste grupo, na definição de processos e regras de negócios.  

1.6. Determinação de datas de início e conclusão.

Alguns erros comuns no processo de implantação é a definição equivocada da data de início do projeto e a sua data final.
Pontos importantes são; escolher a data de início que coincida com algum período de maior tranquilidade da empresa, por exemplo, uma empresa de varejo iniciar o projeto na época de festas, onde historicamente é um período de maior movimento, dificultando a participação dos profissionais da empresa e acarretando em maior pressão com os envolvidos.

2. Busca por fornecedores de ERP



2.1. Contratar consultoria para avaliar fornecedores;

Na busca de um software ERP, muitas empresas contratam consultores independentes que farão a análise completa e apresentar a melhor solução, com base num custo benefício atraente para a empresa.
Esta forma traz algumas vantagens, por exemplo; buscar um sistema ERP que melhor atenda a sua expectativa, algumas desvantagens envolvem o tempo que o consultor terá para entender como funcionam os processos e regras de negócios da empresa que busca um ERP e claro o investimento na contratação do consultor.  

2.2. Contratar Gerente de TI para avaliar fornecedores;

Caso a empresa ainda não tenha uma gerente de TI e dentro do escopo de decisões internas esteja como premissa à sua contratação, será a sua primeira missão no cargo a de selecionar um ERP.
Neste caso um ponto importante é que o gerente escolherá a melhor solução, já que após o software ERP implantado, a responsabilidade por sua continuidade na empresa será do próprio gerente.  

2.3. Pesquisar quais são fornecedores de ERP;

Para encontrar no mercado, fornecedores de ERP, outro meio são as pesquisas. Colocamos abaixo alguns meios eficazes para obtermos sucesso nas pesquisas;
  • Associações de classe patronal (ASSESPRO);
  • Associações de classe sindical (SINDPD);
  • Indicações de outros empresários do mesmo segmento;
  • Entidades de pesquisa e estudo, tais como Gartner, IDC entre outras;
  • Revistas e sites especializados (como por exemplo: www.portalerp.com) ;

3. Avaliação do fornecedor de ERP



3.1. Conhecer o executivo de vendas que será o responsável pelo atendimento comercial da sua empresa dentro do fornecedor

Na maioria dos casos as empresas de ERP e em geral também, dividem, entre sua área comercial, as regiões por territórios, onde existirá um executivo de contas (também conhecido como Gerente de Contas) responsável pelo atendimento comercial da sua empresa (também se referem a sua empresa como “conta”). Este profissional fará, em muitos casos, o elo entre a sua empresa e as demais áreas do fornecedor de ERP.
Importante que este profissional entenda as suas necessidades e conheça seus processos. Compreenda quem são os decisores e quem são os detentores dos processos de negócios, assim a comunicação será mais simples, clara e direcionada. 

3.2. Visita à sede do fornecedor de software ERP

Áreas como Desenvolvimento do ERP, Suporte aos Clientes, Treinamento e Atendimento Comercial são departamentos importantes a serem visitados.
Quando compramos um ERP ou serviço geralmente, tratamos de uma venda intangível, neste caso tudo que for tangível nesta compra deve ser impecável, isto envolve a sede do fornecedor, a apresentação de seus profissionais, a lisura da proposta comercial e o kit boas-vindas.
O Kit Boas-Vindas é uma simbolização da aquisição do ERP, envolvendo geralmente uma caixa (Box) com manual de instalação, certificado de garantia, dados cadastrais, CD, DVD ou pen-drive onde estará contido o ERP, enfim, os fornecedores de ERP buscam criar uma experiência agradável neste momento e apresentar algo tangível que concretize a aquisição.  

3.3. Apresentação Técnica do ERP, com foco no seu segmento

Para que o processo de aquisição de ERP tenha sucesso, um dos itens mais importantes envolve a apresentação técnica com foco no seu segmento.
Neste momento, por mais que o ideal seja uma apresentação alinhada com seus próprios processos, geralmente ele é feita com base em processo mais genéricos, com base no segmento.
Uma apresentação inicial com base nos processos específicos do potencial cliente pode gerar algum tipo de custo à empresa contratante do ERP, já que o fornecedor deverá elaborar um levantamento sobre os processos e desenvolver uma visão de diagnóstico atual e ideal.
A prática das empresas de ERP é no momento da apresentação técnica, executar anteriormente uma prévia análise de aderência (vide análise de aderência) e quando apresentar algo sistêmico que não atenda o processo interno é esclarecido com mais detalhes como se pode executar de forma padrão aquele processo no sistema, ou a outra opção, que seria customizar/personalizar (vide FAQ) o sistema para atender da forma processada hoje pelo potencial cliente.
Provavelmente, esta customização/personalização só será desenvolvida de fato após a assinatura do contrato.
A customização/personalização deverá estar detalhada na proposta técnica (escopo), e o valor na proposta comercial. Enfim, é de suma importância que os processos críticos que deverão ser atendidos pelo sistema, caso customizados/personalizados, estejam contemplados no momento de fechar o contrato; o valor, escopo, garantia e se possível, um suporte para atender estas alterações, pois assim, nos casos de atualizações do sistema padrão, já será trabalhada a conversão da customização/personalização sem maiores problemas na nova versão.
Aos diretores da empresa contratante do ERP, importante neste momento participarem da apresentação os seguintes perfis de profissionais da sua empresa; 
Diretores, Proprietários e Acionistas: Focar a apresentação na gestão da empresa com base em relatórios, indicadores e tabelas.
  • Supervisores e Gerentes de TI: Focar na apresentação informações sobre tecnologia, customizações/personalizações, segurança da informação, infraestrutura física (Servidores, redes etc) e lógica (Sistemas operacionais, banco de dados etc), atualizações de novas versões, suporte, treinamento e atendimento a seus usuários.
  • Usuários-Chave: Focar em como o sistema ajudará seu dia-a-dia, refletir no ERP processos críticos feitos atualmente, clareza de telas, usabilidade (quantidades de cliques para determinadas tarefas), ambiente intuitivo para rápido entendimento do que se procura e mais ainda, ter a ciência que o usuário-chave trabalhará diretamente no sistema, mas que deve ser algo bom para a empresa, pois os profissionais podem trocar de empresas numa velocidade maior do que o ERP por exemplo. 
Para ambos os perfis é importante que estejam aberto a algo novo, quebrando alguns paradigma e aproveitar a apresentação para identificar uma melhoria no processo, uma inovação na forma que se trabalha, ao invés de ficarem apenas sugerindo que se repita, e de forma igual praticamente, no ERP que está sendo avaliado, a maneira que se trabalha hoje. 

 3.4. Visita à cliente referência no seu segmento que já utiliza o software ERP com sucesso;

Para que tenhamos mais segurança na aquisição do software ERP correto a sua necessidade, aderência e melhor custo/benefício é importante visitar um cliente-referência da fornecedora de ERP do seu segmento.
Esta visita pode ser feita de duas formas; Visitar sem a presença da fornecedora de ERP ou sendo guiado por ela. Em cada uma das opções temos suas vantagens e desvantagens.
Visita sem a fornecedora do ERP: Temos algumas vantagens referentes à Liberdade para abordar os profissionais da empresa referência de forma mais clara, levantando pontos que tiveram dificuldade ou não, esclarecimentos sobre o atendimento efetivo da empresa fornecedora do ERP, enfim, o relacionamento flui com menos tensão. Algumas desvantagens envolvem, por exemplo, que algumas empresas do mesmo segmento não se sentem confortáveis em receber potenciais concorrentes, para abrir a forma como utiliza um sistema de gestão, já que é um diferencial competitivo a maneira como a empresa é gerida, e o ERP tem participação fundamental.
Visita com fornecedora do ERP: Algumas vantagens são que os pontos fortes serão com certeza mencionados, como forma de aprendizado é uma grande oportunidade, pois os obstáculos vencidos serão apresentados e pode-se ter paralelos com outras empresas de segmentos diferentes que servem como base de análise para decisões tomadas, esta informação só o representante da fornecedora terá. Desvantagens que temos envolve de ser uma visita mais controlada e guiada, deve-se ter sutileza em avaliar e perguntar sobre os pontos negativos do sistema e processo, o que o próprio representante da empresa fornecedora de software ERP poderá esclarecer, tornando uma vantagem analisar os dois lados da questão.
O momento de uma visita a uma empresa do mesmo segmento que o da empresa adquirente do ERP é criar relacionamentos profissionais éticos, pois é uma excelente oportunidade de conhecer novas formas de trabalhar e oferecer algo em troca, como uma visita nos mesmo moldes à empresa anfitriã e um produto da sua empresa, ou um presente simples, como forma de agradecimento, são atitudes profissionais agradáveis.
Esta atitude deve partir da empresa visitante e não da fornecedora de software ERP, pois a visita é algo que deve ser honesto, sem brindes envolvidos ou demais regalos que podem direcionar a visita para uma perspectiva menos idônea do que é na realidade, assim perdemos todos. Se ao final a empresa fornecedora do ERP oferecer a todos brindes promocionais, neste caso é ético, pois o que deveria ser dito já foi e a percepção do agradecimento é real independente do direcionamento dado ao encontro.  

3.5. Análise de Aderência

Análise de aderência é o momento onde confrontamos o dia-a-dia da empresa, seus processos, com uma demonstração detalhada do ERP.
Muitas vezes neste momento encontramos formas diferentes de lidar com um determinado processo, por exemplo; “A empresa trata o Recebimento de Materiais com um formulário que contém a informação referente a 2° unidade de medida, o sistema já não tem como controlar esta informação”. Este tipo de “descompasso” entre o processo feito atualmente pela empresa e processo apresentado pelo ERP, resolve-se de 2 formas;
  • Ou a empresa avalia se deixar de controlar a 2° unidade de medida não afetará seus controles e demais processos, para assim deixar o controle da 2° unidade de medida de lado e assumir por completo a forma sugerida pelo ERP em estudo;
  • E a outra forma seria, caso a empresa considerasse que este controle é essencial para a sua boa gestão, o ERP deveria ser customizado para atender a necessidade, para isso é feito uma arquitetura de sistemas e o desenvolvimento seria um valor/investimento a mais a ser inserido na proposta comercial da empresa, encarecendo o projeto.
  • A Análise de Aderência é um momento muito importante que conhecermos as funcionalidades do ERP e a forma como a empresa trabalha atualmente, é comum em pequenas empresas a abordagem de utilizar a melhores práticas nas regras de negócios contidas nos ERP´s e em contrapartida, no caso de grandes empresas, a customização passa a ser uma opção menos traumática do que alterar processos em todas as suas unidades e departamentos.

3.6. Modelo de Contratação (Vide Modelo de Contratação) 

3.7. Visão de Investimento (Proposta Comercial e Técnica);

No processo de Seleção de Fornecedores de ERP, nesta fase a potencial empresa adquirente do ERP recebe as propostas comerciais e técnicas, que sintetiza todo o processo apresentado, neste momento já conseguimos entender o que está aderente ao processo, o que deverá ser ajustado no processo, em forma de procedimento, para atender o ERP e o que deverá ser customizado/personalizado no ERP para atender a especificidade do processo.
 Entendemos também quais as etapas e metodologias de implantação do ERP, seus cases de referências, as pessoas que trabalharão no projeto, do fornecedor e da empresa adquirente. Com base nestas informações e confrontando com as decisões internas, a visão de investimento é muito mais próxima da realidade e minimiza possíveis erros de precificação e análise de aderência inadequada. 
Na maioria dos casos, o fornecedor de ERP elabora duas propostas; 
Proposta Comercial: Com as informações referentes a preços, valores, formas de pagamento e demais condições comerciais.
Proposta Técnica: Detalha o escopo do projeto a ser entregue, o que será implantando, quais processos serão atendidos, customizações/personalizações desenvolvidas, treinamentos entre outras especificidades da entrega do serviço.Com as propostas em mãos, total entendimento da forma de contratação e a segurança da aderência do ERP aos processos da empresa adquirente, corroborando com as decisões internas tomadas,  podemos concluir que o processo de seleção de fornecedores de ERP está chegando ao final com grande margem de sucesso na escolha do fornecedor de software ERP.  

3.8. Comparativo entre fornecedores de ERP;

Comparativo de algo intangível, como é no caso de software, é algo que por si só não é simples, ainda mais quando você tem outras variáveis, tais como; Serviço de implantação, Infraestrutura necessária, Tecnologia mais avançada entre outras, devemos buscar alguns direcionadores para tal decisão.
A comparação deve ser pautada em alguns critérios claros, que podemos dividir em Estratégicos e Técnicos.
Os Estratégicos devem atender decisões internas da empresa adquirente, tecnologia empregada, credibilidade do fornecedor do ERP entre outros apresentados pela alta direção da empresa compradora do ERP.
Os Técnicos envolvem de forma mais ampla detalhes sistêmicos e metodológicos. Podem ter diversos modelos, desde pontuação sobre itens atendidos, valor da customização/personalização para atender os processos específicos, prazos de entrega do projeto, metodologia de implantação, facilidade de utilização do ERP entre outras.

Em conclusão, é importante que a empresa compradora tenha a segurança que está comparando “banana’ com “banana”. Acreditamos que este roteiro tende a tornar este processo mais claro e simples, facilitando com base em fatos a decisão pelo melhor software ERP e aumentando as chances de sucesso no projeto de implantação do sistema de gestão empresarial.

AMPHENOL TFC vai adotar solução da Mega Sistemas

Escolha pela solução para manufatura deve-se a necessidade da tecnologia em acompanhar o crescimento da empresa.

O acesso, a integração e o compartilhamento das informações em tempo real com colaboradores e usuários estarão entre os principais benefícios.

A Times Fiber Communication (TFC), divisão da Amphenol Corporation, empresa americana, líder mundial de produtos de conectividade, que projeta, fabrica e comercializa conectores elétricos, eletrônicos e de fibra óptica, cabos e sistemas de interconexão anuncia a adoção do ERP da Mega Sistemas voltado para manufatura.
Após um criterioso processo de escolha, a Amphenol Corporation optou pela Mega em função da expertise de seus consultores de implantação em relação à peculiaridade dos processos da empresa, que atua com fios, cabos e conectores nos mais variados nichos do mercado, como Industrial, Broadband, Defesa, Aviação Comercial, Automotivo, Redes Móveis, TI & Datacom e Dispositivos Móveis.
Segundo o coordenador de TI José Luís Bordin, o rigor na escolha do fornecedor deve-se a necessidade de uma solução de TI que acompanhe o modelo de negócios da empresa,  em constante evolução. “Apesar de termos boas práticas nas áreas de negócios e no processo produtivo, sentimos muita falta da informação em tempo real, integrada e compartilhada para os usuários. Mas agora, com o Mega Manufatura, a tomada de decisão será mais rápida e assertiva”, pontua.
O Gerente Geral Luiz Marcelo Majauskis conta que empresa possuía um sistema de gestão que não conseguia mais atender aos objetivos de negócio que Amphenol TFC estabeleceu para o Brasil, onde atua desde 2002. “Tais objetivos envolvem maior agilidade, integração com os clientes, eficiência e precisão das informações que fazem parte da manutenção da séria reputação que conquistamos ao longo dos anos”, contextualiza Majauskis. 

AllStrategy lança software de gestão orçamentária mobile

Solução Plano Mobile já está disponível para download gratuito aos mais de 7 mil usuários corporativos em 200 empresas.

Objetivo da ferramenta é melhorar a tomada de decisão do usuário em todo e qualquer lugar, além de proporcionar precisão e agilidade aos executivos e líderes.

A AllStrategy está lançando a versão mobile do seu software de gestão orçamentária Plano, umas das grandes metas da empresa para este ano. O aplicativo Plano Mobile, já disponível nas Appstores para download gratuito aos usuários do software, promete trazer mobilidade à comunidade de 7 mil pessoas que utilizam o Plano, em mais de 200 empresas. Com o Plano Mobile, a empresa torna-se uma das pioneiras no lançamento de um aplicativo corporativo voltado à gestão orçamentária e a oferecer o recurso aos usuários.
De acordo com a companhia, a versão, desenvolvida com interface semelhante a do software, foi idealizada para melhorar a tomada de decisão do usuário em todo e qualquer lugar, além de proporcionar precisão e agilidade aos executivos e líderes. De acordo com a AllStrategy, o aplicativo demandou fortes recursos em segurança da informação e oferece funções de acompanhamento da performance e de realização de ações estratégicas, como mensurar indicadores de desempenho e criar planos de ação para atingir metas e objetivos. 
A empresa destaca que um dos diferenciais do aplicativo é a possibilidade de compartilhamento de informações. O diretor ou gestor passa a ter uma visão completa de seu negócio e pode compartilhar com sua equipe novas diretrizes a qualquer tempo, fazendo com que a mudança de rota não seja ação exclusiva de uma área específica. Precisamos muito da sua opinião! Participe da pesquisa Panorama Mercado de ERP Brasil 2017. Você vai levar 3 minutos!
Atuante no mercado de software de gestão empresarial há 15 anos, a empresa segue uma das mais fortes tendências de mercado, que é o crescente uso de aplicativos decorrente do maior acesso à internet via dispositivos móveis, como smartphones e tablets. De acordo com a empresa, as pesquisas apontam que os brasileiros já acessam a Internet com mais frequência por celulares e o país é um dos maiores consumidores de aplicativos móveis do mundo, entre os que mais realiza downloads desses produtos. 
Para a AllStrategy, a tendência é que os aplicativos nas empresas também se tornem uma plataforma fundamental para a realização de negócios.
“Nosso desejo é estar um passo à frente. As corporações são globais e seus negócios evoluem rapidamente, por isso as soluções em tecnologia para planejamento orçamentário têm de seguir o mesmo ritmo.  Buscamos produtos, serviços e diferenciais que solucionem os problemas cotidianos e melhorem o desempenho de nossos clientes e, em consequência, do mercado”, afirma Carlos Augusto Moreira (foto), CEO da AllStrategy.  “Transformar o Plano em aplicativo e lançá-lo ainda este ano era uma de nossas grandes metas para 2017, e estamos muito satisfeitos em anunciá-la”, afirma. 
O software Plano possui mais de mil funcionalidades, desenvolvidas para otimizar o planejamento financeiro de empresas e tornar o processo orçamentário mais rápido e eficiente.

AdopTI aposta na inovação para triplicar receita

A consultoria de TI investiu em um Centro de Desenvolvimento Tecnológico SAP e um laboratório de estudos e testes para aumentar receita até 2020. 

Um dos projetos é a inovadora arquitetura SAP S/4HANA com dispositivos móveis, para uma grande indústria do setor siderúrgico.

Alinhada às tendências mais inovadoras do mercado, a AdopTI, consultoria especializada na plataforma de gestão empresarial SAP, aposta no potencial de projetos de inovação e demandas digitais para alavancar seus negócios.
A companhia colocou em curso uma estratégia de expansão apoiada na criação de um Centro de Desenvolvimento Tecnológico SAP, para viabilizar projetos de tecnologia empresarial de última geração e na segmentação das suas linhas de negócios. 
Com isso, a empresa que despontou no mercado nos últimos cinco anos, pretende alcançar um faturamento de R$ 45 milhões até 2020.
De acordo com Marcos Pazeto, fundador da empresa e diretor de serviços, a AdopTI compõe um seleto grupo de consultorias pertencentes ao ecossistema SAP, que além da elevada expertise na plataforma ERP tem acesso aos conteúdos técnicos mas atualizados, evoluções tecnológicas e estratégias diferenciadas, que representam atalhos seguros para que os clientes atinjam a inovação. 
Neste contexto, a AdopTi já está desenvolvendo para uma indústria de São Paulo, um dos primeiros projetos do mercado brasileiro em arquitetura  SAP S/4HANA Enterprise Management com dispositivos móveis, a tecnologia mais avançada da empresa alemã que suporta também aplicações IoT (Internet das Coisas), bem como Big Data e outras inovações. 
“Nosso diferencial é dispor de um centro de desenvolvimento tecnológico avançado, com laboratório de estudos e testes para a plataforma S/4 HANA, nas áreas Fiscal, Logística, Gestão Agrícola e Commodities, que nos permite realizar simulações da aderência das tecnologias aos processos de nossos clientes, antevendo resultados para garantir o sucesso das operações”, explica.
Para alcançar suas metas a AdopTI investirá R$ 3 milhões na reestruturação da companhia e segmentará sua oferta em quatro frentes de negócios. A área de Consultoria de Negócios e Processos é responsável pelo desenvolvimento do projeto completo, desde a análise das reais necessidades das empresas, definição da plataforma de gestão mais aderente ao negócio, até o término da implantação. 
Já a Consultoria de Implementação prioriza a execução do projeto com soluções focadas em um módulo específico ou completo. A área de Sustentação de Processo e Plataforma de Gestão foi criada para gerenciar e dar suporte ao cliente por meio de uma estrutura de atendimento integral (24 horas X 7 dias)  e em mais de um idioma.
A companhia conta ainda com uma Fábrica de Software, responsável pelo desenvolvimento de projetos customizados e de evolução de aceleradores para otimizar o processo de negócios.
O plano de expansão foi liderado e respaldado por Marcos Pazeto. "Para superar 90% de crescimento que realizamos nos últimos três anos com mais de 60 projetos entregues, reestruturamos a empresa para fortalecer os alicerces, pois enxergamos boas oportunidades apesar do atual cenário econômico desfavorável”, ressalta.
Para esta nova fase, a AdopTI reforçou sua diretoria com a contratação de experientes executivos do mercado brasileiro. Liderando a frente de Vendas e Gestão está Luciano Fernandes. O executivo assume o cargo comprometido com o objetivo de auxiliar na expansão da AdopTI e, para isso, considera estratégico impulsionar a parceria com a SAP. 
“Vamos trabalhar fortemente para aprofundar nossas competências e conquistar novas certificações, além de tornar a empresa um distribuidor SAP”, diz. 
Entre os novos planos de Fernandes, destaque para a oferta de um centro de capacitação empresa-escola, com universidades para formação de novos profissionais especializados em processos e plataforma de gestão.
Segundo Fernandes a estratégia de vendas está calcada em projetos de implantação, de migração de ECC para S/4HANA e de manutenção preventiva de ambientes complexos, em base instalada SAP.
Estrategicamente estruturada na cidade de Ribeirão Preto (SP), capital brasileira do agronegócio, a AdopTI tem atuação nacional, com presença nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Pernambuco.
A companhia atende empresas nacionais e multinacionais principalmente dos segmentos agropecuário, logístico, siderúrgico, manufatura, produtos de consumo e utilities.

Aché Laboratórios adota SAP

Como parte da sua estratégia de crescimento sustentável, o uso de tecnologia otimizará processos.

A implementação do SAP NFE significa redução de custos em diferentes frentes.

Com 50 anos de atuação no mercado farmacêutico, o Aché Laboratórios Farmacêuticos anunciou a adoção da solução SAP Nota Fiscal Eletrônica 10.0 (SAP NFE), mais parte da suíte SAP Governance, Risk and Compliance (GRC), para integrar sua cadeia de suprimentos ao Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) e Nota Fiscal Eletrônica (NF-e).
Com a solução, a empresa de capital 100% nacional passa a automatizar os processos de recebimento de NF-e e aperfeiçoar o seu processo de faturamento, reduzindo o volume de lançamentos manuais e permitindo conferência antecipada das informações de fornecedores e automação dos processos de entrada. Os ganhos, segundo a companhia, também se estenderam às rotinas fiscais.  A aplicação de gestão tributária baseada na tecnologia SAP HANA processa grandes volumes de dados em alta velocidade e permite atender exigências do sistema tributário brasileiro.  
Segundo Leandro Roldão, gerente de Sistemas da Informação do Aché, com a tecnologia houve um aumento em 42% na produtividade durante o recebimento de mercadorias. Como parte da sua estratégia de crescimento sustentável, a empresa passa a validar informações em tempo real e elimina a impressão indevida de documentos e a necessidade de espaço para armazenamento físico de papeis. 
No processo, a área de suprimentos da empresa recebe as solicitações de compra, entra em contato com os fornecedores e fecha os termos dos contratos de compras de serviços ou produtos. As informações da NF-e (XML) seguem eletronicamente para o SAP NFE, que confere automaticamente e antecipadamente o XML da NF-e com o pedido de compras, disponibilizando os resultados para a área fiscal.
“No recebimento da mercadoria física, as áreas de logística e qualidade fazem a verificação e o registro do material recebido e na sequência o SAP NFE cria, automaticamente e de forma integrada, os documentos contábil, fiscal e logístico no SAP”, diz Roldão.
Além de diminuir em 75% o tempo gasto na emissão de notas fiscais, a solução evita paradas de faturamento no sistema da Secretaria da Fazenda (Sefaz), geração dos arquivos XML, PDF e comunicação sistemas de clientes e transportadoras. “Também melhoramos e otimizamos o processo de entradas de mercadoria graças à automação e conferência antecipada da NF-e de forma eletrônica, envio do aceite ou rejeição eletrônica aos fornecedores B2B e criação automática dos documentos no SAP ERP ”, explica.  “Hoje, temos validação de assinatura digital e autorização de 100% das notas fiscais eletrônicas recebidas junto à Sefaz, com diminuição do risco e gastos com autuações fiscais”, diz.
Para a empresa, o SAP NFE significou ainda a redução de custos em diferentes frentes. O tempo de transporte foi reduzido e, em consequência, caiu significativamente o número de caminhões parados no pátio à espera de emissão de notas e os gastos com transporte e armazenagem de documentos.
Em breve, a companhia planeja ampliar o uso de recursos do SAP NFE. Entre os planos estão a impressão de notas diretamente na doca para otimizar ainda mais o tempo de transporte, o despacho e recebimento de mercadorias. A empresa tem ainda em seu calendário de implementação o desenvolvimento de uma grade de entrega que permita o recebimento, a visualização e o acompanhamento do volume de entregas previstas, facilitando, assim, o controle e dimensionamento dos recursos. 
Na sequência, o Aché planeja a implementação da plataforma de Gestão tributária da SAP Tax Declaration Framework (SAP TDF), para processos fiscais fim a fim com automações, validações online, apurações fiscais e geração dos SPEDs, entre outros benefícios.

Parceria entre TOTVS e Rede traz solução para micro e pequenas empresas

Solução Fly 01, possibilitará aos empresários criar e administrar suas lojas virtual e física de forma unificada.

Plataforma conferirá mobilidade, agilidade e transparência aos negócios dos clientes. 

TOTVS e a Rede, empresa de meios de pagamento do Itaú Unibanco e uma das companhias líderes no mercado nacional oferecerão aos micro e pequenos empresários solução completa de gestão, que integrará as operações do e-commerce às da loja física: o Fly01 by TOTVS com meio de pagamento Rede. O lançamento estará disponível inicialmente ao mercado por meio de três ofertas.
A primeira delas é uma solução de comércio eletrônico, que inserirá os pequenos empresários no e-commerce de forma ágil ao possibilitar a criação de uma loja virtual em poucos minutos. As compras realizadas no e-commerce poderão ser pagas com os meios de pagamento aceitos pela Rede, sejam eles cartões de crédito, débito ou boletos bancários da empresa.

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A segunda oferta disponibiliza um sistema de gestão que os ajude a organizar processos para simplificar o controle da operação com ganho de competitividade. Os clientes poderão adquirir o software de gestão da TOTVS por meio de assinatura mensal e na nuvem, sem necessidade de investimento em infraestrutura, na forma de aplicativos (“apps”) diretamente na loja da plataforma Fly01. O sistema, de fácil aquisição e implementação, conferirá benefícios às rotinas rapidamente.
O diferencial da solução, que acontece por conta desta parceria, é o fato de que os empresários poderão realizar conciliações de suas vendas com cartão de crédito, simplificando a verificação de inconsistências de dados da empresa com mais controle e segurança. Com a ferramenta, será possível conferir se o saldo bancário do controle interno, os lançamentos e suas datas estão idênticos ao extrato de recebíveis por cartão com agilidade.
“Com essa iniciativa seguimos o propósito de focar nas reais necessidades dos clientes, desenvolvendo um produto que terá impacto positivo nas operações dos pequenos varejistas. Assim, podemos contribuir efetivamente para a consolidação dos seus negócios e para o desenvolvimento dos micro e pequenos empresários em seus mercados de atuação”, declara Milton Maluhy Filho, presidente da Rede.
“Em um Brasil de dimensões continentais, existe ao menos um consenso entre os pequenos empresários: simplicidade e desejo de crescer de forma sustentável. O primeiro passo para a conquista dessa capilaridade é o comércio eletrônico. Com uma loja virtual, os produtos, até então restritos a uma pequena região, poderão ser vendidos e entregues para pessoas que não teriam a oportunidade de conhecer o estabelecimento sem o e-commerce”, explica Laércio Cosentino (foto), CEO da TOTVS. 
As duas ofertas garantirão capilaridade e controle ao empreendedor. Para ajudá-lo a ter uma operação ainda mais completa, a TOTVS e a Rede lançarão uma solução complementar em junho de 2015. Por meio desta, as empresas que possuem um e-commerce e uma loja física conseguirão integrar as informações das duas operações e trabalhar com um único PDV (software de ponto de vendas), conferindo mobilidade, agilidade e transparência aos seus negócios. Com isso, o empresário consegue enxergar todo o seu negócio de forma unificada.